Sello Oração E Caridade

Respeitável Loja de São João

Oração e Caridade nº 22

BLOG

La Chose

A Festa da Renovação da Ordem

A Festa da Renovação da Ordem é a Festa em que renovamos nossos compromissos perante Deus, perante nossos Irmãos e perante a humanidade…

Elus Coën do Universo

…conservando-se válida e legítima pelo caráter ininterrupto da cadeia que a une à Ordem dos Cavaleiros Maçons Elus Coën do Universo.

A DOUTRINA DO REGIME RETIFICADO É A “PEDRA ANGULAR” ABSOLUTA E INVARIÁVE

El objeto del Régimen Rectificado es claro, se ocupa en hacer surgir de nuevo, como quisieron los fundadores de la Orden en el siglo XVIIIº, una verdadera “escuela” de sabiduría portadora de una doctrina denominada “doctrina de la reintegración”…

QUEM É SANTO ANDRÉ?

Santo André (+62), irmão de São Pedro, é o primeiro dos apóstolos a encontrar Jesus Cristo depois do seu batismo nas margens do Jordão…

Sobre o iluminismo

Sobre o iluminismo: É o que alguns alemães têm chamado de Cristianismo Transcendental. Esta doutrina é uma mistura sobre uma base cristã.

A ORDEM RETIFICADA NÃO ADMITE UMA DOUTRINA OPOSTA À SUA REGRA FUNDAMENTAL

A Ordem, não podendo acolher aqueles indivíduos que sustentam uma doutrina oposta àquela que constitui a sua regra fundamental…

O reino de Deus

O reino de Deus é constituído unicamente por bons espíritos. O homem também [fazia parte] e participava, ocupava seu lugar e tinha a sua missão particular.

O caráter operativo do Regime Escocês Retificado e sua vocação espiritual

O caráter operativo do Regime Escocês Retificado e sua vocação espiritual: é uma profunda e penetrante “operação” de purgação salvífica…

O PERFIL DO VERDADEIRO MAÇOM – Por Ferdinand de Brunswick

De uma verdadeira crença em Deus sem hipocrisia. De um amor verdadeiro e puro por seu Divino Redentor, única fonte de todo bem. De uma retidão do…

Martines de Pascually – Por Jean Marc Vivenza

Martines de Pascually: de su conocimiento radica toda la doctrina Martinista, e inspira directamente la edificación doctrinal del RER…

O QUE É “LA CHOSE”*?

Por Robert Amadou

La Chose

“‘La Chose’ é, para Martines de Pasqually e seus discípulos, a unum necessarium, fonte de tudo e para a qual tudo se orienta. Para quem e para quê. ‘La Chose’ é a Ordem dos Élus Coën, é o Templo e todos os símbolos associados, por metonímia. ‘La Chose’ é, de fato, para recapitular, a presença de Deus, sua onipresença, quando as regras são seguidas sob espécies hierárquicas. ‘La Chose’ é a Glória, ou a Shekhinah, a Sabedoria, a Sophia, seu nome técnico: o espírito bom companheiro, o Logos loquaz e o Espírito Santo vivificador que procede do Pai e é enviado pelo Filho.” (Introdução aos Angélicos, CIREM, 2001)

“O que é ‘La Chose’? Poderíamos acreditar que se trata de Cristo e alguns historiadores pensavam que o objetivo último da Ordem dos Élus Coën era invocar o Reparador, como o chamavam, ou seja, o próprio Cristo em pessoa. Penso que estamos a cair numa confusão que pode ser encorajada pela articulação um tanto fraca entre pertencer à Igreja Católica Romana e pertencer à Ordem dos Élus Coën. ‘La Chose’ não é a pessoa de Cristo, ‘La Chose’ não é um anjo de classe alguma, por mais elevada que seja, e, em qualquer caso, o homem não pode convocar os anjos das classes mais elevadas. ‘La Chose’ não é Cristo, é a presença de Cristo. Noção antiga, presença real, que encontramos novamente na tradição hebraica, a Shekhina, e que, na tradição helênica-judaica ou helênica-cristã, leva o nome de Sophia ou Sophie, a Sabedoria. Identifico ‘La Chose’ – ‘La Chose’ que é a Causa – com a presença de Deus, a presença de Deus em Cristo, que se torna sensível porque com Cristo há particularmente a Sabedoria; Sendo a Sabedoria de Deus ao mesmo tempo o próprio Verbo, mas também como a palavra de Cristo, o Verbo encarnado, não sua metade nem uma quarta pessoa, mas como seu duplo, ou melhor, seu invólucro, às vezes sozinho, suficiente para a necessidade ou precursor, às vezes concomitante. Esta ‘Chose’ se manifesta por sinais específicos. Nem sempre é fácil reconhecê-la… Nem sempre é fácil reconhecer a presença, nem a sua natureza.” (“Os vivos e os deuses, símbolos e religiões”, programa de Michel Cazenave, France-Culture, 4 de março de 2000, em Boletín Martines de Pasqually, nº 10, p. 9)

Notas:

* A ‘Coisa’ (Fr)