La Chose

Batismo e doutrina no Regime Escocês Retificado

O batismo ocupa um lugar central no Regime Escocês Retificado, não apenas como rito cristão de iniciação, mas como sinal profundo da regeneração espiritual. Neste artigo, refletimos sobre os fundamentos doutrinais e iniciáticos do batismo à luz da Tradição e da fé cristã.

SOBRE ORÍGENES DE ALEXANDRIA – Por Joseph de Maistre

Orígenes de Alexandria foi “um grande autor, um grande homem e um dos mais sublimes teólogos que ilustrou a Igreja…

Phaleg: Fundador das “Lojas Justas e Perfeitas”

Phaleg incarna a verdadeira “Tradição”, a santa e pura iniciação dos “filhos de Deus” que permaneceram na graça do Eterno…

Visita do Grão‑Mestre do G.P.R.D.H. a Cochabamba

O Sereníssimo Grão‑Mestre do G.P.R.D.H. visitou os Vales de Cochabamba, na Bolívia, entre os dias 2 e 4 de maio de 2025. Durante a viagem, participou de um Capítulo de Noviciado, recebeu novos irmãos na Maçonaria Retificada, acompanhou a criação de um novo Triângulo Maçônico e ofereceu formação doutrinal. Esta visita reforça a união fraternal e a fidelidade aos princípios do Regime Escocês Retificado.

O objetivo do Cristianismo e da iniciação maçônica

Através de um olhar profundo sobre a iniciação e a doutrina cristã, este artigo reflete como o verdadeiro objetivo do Cristianismo é idêntico ao da via maçônica: a reintegração do homem com Deus e com seu princípio espiritual eterno.

Mestre Escocês de Santo André

Nosso Mestre Escocês de Santo André representa e põe em ação todas as grandes épocas históricas que aconteceram em torno do Templo de Salomão. Substitui os graus referidos como “altos graus” em outros sistemas…

Substitução de Tubalcaim por Phaleg

La substitução de Tubalcaim por Phaleg tende a estabelecer uma diferença essencial na busca da verdade maçônica…

A Vocação Espiritual do Rito Escocês Retificado

Neste extrato do texto de Jean-Marc Vivenza, apresenta-se a vocação espiritual do Rito Escocês Retificado como uma via iniciática cristã. Através da sua estrutura simbólica e do ensinamento tradicional, o R.E.R. manifesta-se como um caminho de regeneração interior, centrado na restauração da imagem divina no homem.

O Autêntico Conhecimento Iniciático da Entrada ao Santuário do Espírito

Descubra o profundo conhecimento iniciático revelado por Jean-Marc Vivenza, Martines de Pasqually e Jean-Baptiste Willermoz. Entenda a relação íntima e interior com o divino, baseada na revelação do Espírito e na prática do verdadeiro culto “em espírito e em verdade”.

Festa de São Miguel Arcanjo 2022

A Festa de São Miguel Arcanjo 2022 da GPRDH, celebrou-se no dia 1 de outubro com numerosos e frutíferos trabalhos…

O QUE É “LA CHOSE”*?

Por Robert Amadou

La Chose

“‘La Chose’ é, para Martines de Pasqually e seus discípulos, a unum necessarium, fonte de tudo e para a qual tudo se orienta. Para quem e para quê. ‘La Chose’ é a Ordem dos Élus Coën, é o Templo e todos os símbolos associados, por metonímia. ‘La Chose’ é, de fato, para recapitular, a presença de Deus, sua onipresença, quando as regras são seguidas sob espécies hierárquicas. ‘La Chose’ é a Glória, ou a Shekhinah, a Sabedoria, a Sophia, seu nome técnico: o espírito bom companheiro, o Logos loquaz e o Espírito Santo vivificador que procede do Pai e é enviado pelo Filho.” (Introdução aos Angélicos, CIREM, 2001)

“O que é ‘La Chose’? Poderíamos acreditar que se trata de Cristo e alguns historiadores pensavam que o objetivo último da Ordem dos Élus Coën era invocar o Reparador, como o chamavam, ou seja, o próprio Cristo em pessoa. Penso que estamos a cair numa confusão que pode ser encorajada pela articulação um tanto fraca entre pertencer à Igreja Católica Romana e pertencer à Ordem dos Élus Coën. ‘La Chose’ não é a pessoa de Cristo, ‘La Chose’ não é um anjo de classe alguma, por mais elevada que seja, e, em qualquer caso, o homem não pode convocar os anjos das classes mais elevadas. ‘La Chose’ não é Cristo, é a presença de Cristo. Noção antiga, presença real, que encontramos novamente na tradição hebraica, a Shekhina, e que, na tradição helênica-judaica ou helênica-cristã, leva o nome de Sophia ou Sophie, a Sabedoria. Identifico ‘La Chose’ – ‘La Chose’ que é a Causa – com a presença de Deus, a presença de Deus em Cristo, que se torna sensível porque com Cristo há particularmente a Sabedoria; Sendo a Sabedoria de Deus ao mesmo tempo o próprio Verbo, mas também como a palavra de Cristo, o Verbo encarnado, não sua metade nem uma quarta pessoa, mas como seu duplo, ou melhor, seu invólucro, às vezes sozinho, suficiente para a necessidade ou precursor, às vezes concomitante. Esta ‘Chose’ se manifesta por sinais específicos. Nem sempre é fácil reconhecê-la… Nem sempre é fácil reconhecer a presença, nem a sua natureza.” (“Os vivos e os deuses, símbolos e religiões”, programa de Michel Cazenave, France-Culture, 4 de março de 2000, em Boletín Martines de Pasqually, nº 10, p. 9)

Notas:

* A ‘Coisa’ (Fr)